Perseverence in Prayer

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Perseverence in Prayer


We shouldn't persevere in prayer to change God's heart and make it conform to our limited-sighted wishes. We should persevere in prayer so God will change our hearts, so we can then understand his care and even find joy, while persevering.
Very often we can't understand God's care, because it isn't like any other care we may have known or experienced. Without references, we easily fall into skepticism. In that case, there is no better option than to trust. Remember: God is love and he will not deny his own essence.

Nós não deveríamos perseverar em oração para mudar o coração de Deus e fazê-lo se conformar aos nossos desejos que provém de uma visão limitada. Nós deveríamos perseverar em oração, para que Deus possa mudar o nosso coração, para que assim possamos entender seu cuidado e até encontrar alegria, enquanto perseveramos.
Muitas vezes não conseguimos entender o cuidado de Deus, pois não é como nenhum cuidado que já tenhamos conhecido ou experimentado. Sem referência, partimos facilmente para o ceticismo. Neste caso, não há melhor escolha do que confiar. Lembre-se: Deus é amor e ele não negará a sua própria essência.

The Leisure-Labor Cycle

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The Leisure-Labor Cycle

When leisure becomes your only occupation,
it ceases to be leisure.
Leisure can only exist if preceded by labor.
It depends on labor to exist and becomes a fruit thereof.
Labor, on the other hand, lives to serve the leisure.
It is an inevitable and natural cycle.

Whatever your hand finds to do, do it with all your might;
for there is no activity, planning or knowledge once your days are over.

There is a time to work, and there also is a time for leisure.
Respect the limits of each one of them, seize both intentionally,
consciously, relentlessly.

Be generous with your time,
by working competently and in the right time,
by investing your precious and limited time
in other people. None of them however should exceed.
Every excess in this case leads to an unhealthy life.

Sometimes the most romantic thing you can do
is just to work on building a solid base 
for your future family to depend on, 
both materialistic and character wise.

That is what I am trying to do right now.
May I not neglect the time for leisure among friends,
to enjoy the fruits of my work and rejoice in the reward
of my efforts. Every reward turns into motivation to carry on.

A Via que escolhi

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A Via que escolhi



Eu estou tão triste. Eu vejo a vida me passar no trânsito e fico pensando comigo mesmo se esta via que eu escolhi realmente foi uma boa escolha. Fico pensando se estou no lugar certo, fazendo o que deveria estar fazendo, ou se estou simplesmente perdendo meu tempo. Eu penso, vez ou outra, em mudar de faixa, mas toda vez me lembro da lei de Murphy, e sei que muito provavelmente, se mudar de faixa, a nova faixa vai parar de andar.
Eu me sinto estúpido. Por que eu não saí mais cedo de casa, não comecei esta jornada antes? Talvez tivesse evitado este congestionamento. Será? Eu ligo o rádio, esperando me inspirar, tirar a cabeça disso, mas não há conteúdo, não há vida nas músicas. Escuto minha música ser tocada, e por um momento dá uma ânsia de sorriso, mas eu me contenho. Volto a escutar várias vezes, na expectativa de com isso me motivar, sentir um renovo nas minhas forças. Mas não há prazer, não há alegria.
Os vidros estão fechados, para não entrar poluição, mas eu me pergunto o tempo todo o que é pior: a poluição do ar de fora com gases tóxicos, ou a poluição do ar de dentro, com meus pensamentos tóxicos? Eu sei no que e em quem eu tenho crido, eu sei que é verdade. Existe sim uma vida abundante, existe sim uma consolação calorosa, mas alguma coisa de errado eu estou fazendo, porque eu não sinto nada disto. Eu sei que existe, pois já experimentei. Mas foi tão breve, tão volátil. Não que fosse volátil no sentido de não ter valor. Simplesmente é um alto padrão de vida em forma de ápice de pirâmide. Até se consegue subir e se equilibrar com um pé por alguns segundos, mas qualquer ventinho te leva novamente à base da pirâmide.
Eu questiono minha vida, minhas decisões, minhas impressões de ter ouvido a voz de Deus. Eu sei que ouvi. A questão é que constantemente tenho a impressão de que não interpretei certo. Acho que a forma de pôr em prática está realmente faltosa ainda, ineficaz, e o alvo continua inteiro, sem furos, intocado por minhas várias tentativas de acertá-lo.
Eu peço perdão a Deus por coisas que eu ainda nem fiz. Eu creio que assim é que se alcança santidade e intimidade com Ele. Não, não é assim. Eu me cobro horrores e coloco as expectativas lá no alto, como se as coisas de bom que eu já fiz em minha vida tivessem sido por força própria. Não, não foram. Não sei se ainda tenho sonhos. Fico com medo de sondar e descobrir que ainda tenho e que ainda estou muito longe de realizá-los. Fico com medo de sonhar e acabar insultando a Deus, como se eu não quisesse me submeter à vontade dEle. Mas Deus não é assim. Não é este o caráter dEle. Isso é algo que eu inventei.
Eu sei que Ele sabe o lugar exato, em que eu poderia exercer e desenvolver da melhor forma tudo aquilo que ele me confiou. Mas eu sei também que ele me deu a capacidade de sonhar. E isso não é um insulto.
Eu gostaria de poder dizer o que eu penso para as pessoas. Muitas acham que eu já o faço. Mal sabem elas que o que sai é uma ínfima porção do que eu penso. O resto eu filtro. Claro que até certo ponto é saudável filtrar o que se pensa. Tem muito pensamento inútil que fica na rua pedindo esmola, em vez de ir trabalhar, para tornar seu ainda vísivel vigor em utilidade. E o problema é que as esmolas vêm, e ele fica acomodado, morando na rua, em vez de se dar ao trabalho de construir uma vida decente, de virar um pensamento útil.
Tem muita coisa boa que eu gostaria de dizer para as pessoas. Tem tanta mulher linda e interessante que precisaria de um pouco de reconhecimento e ânimo; que precisa aprender a se enxergar como ela é, e o seu real valor, e não como ela pensa ser. Eu gostaria de ajudar, mas eu me prendo na preocupação de brincar com os sentimentos da pessoa. Eu não elogio para manter uma distância preventiva, para não criar um mal-entendido, para não passar uma impressão errada de mim. Mas acabo passando uma impressão errada de mim mesmo assim, pois eu não sou passivo, não sou indiferente, mas eu finjo ser.
Eu me pergunto qual o valor dessa minha preocupação. Até que ponto é saudável suprimir emoções, admiração, pensamentos construtivos e encorajadores, mesmo que sejam só de espécie platônica. Eu gostaria de poder vivenciar mais emoções. Eu me sinto miserável às vezes. Minha auto-estima, minha carência por atenção e carinho, por reconhecimento do meu valor, por aprender a amar e ser amado, entre tantas outras coisas, somam uma miserável porção em minha vida. Me sinto um pouco como a viúva de 1 Reis, a quem veio Elias. Tenho uma única, última porção, para fazer um bolo, comer e morrer. Mas sinto Deus me dizer para investir primeiro em Seu Reino, e sua Justiça, e todas as outras coisas me serão acrescentadas. Eu sei que Ele é capaz de multiplicar essa minha porção, trazer até a experiência de ressureição na minha vida, como foi com a viúva, mas por outro lado ainda fico colocando algodão no gramado toda noite, para ver se pela manhã eu o encontro úmido. Eu ainda acho que não é comigo essa história: "Provavelmente eu entendi errado, eu exagerei e inventei história sobre aquilo que Deus me disse que queria fazer em minha vida."
Incredulidade também é transgressão contra Deus. E eu sou culpado disso. Que Deus crie em mim o querer e o realizar. Que sua Direita me resgate de minha auto-comiseração. Que Ele tenha misericórdia da minha angústia em tempo de fartura. Que Ele me abra os olhos. Que Ele acalme as águas furiosas de meu coração. Que meu desespero seja despejado de minha morada, por não contribuir. Que minhas palavras deixem de ser vazias. Que meu pensamento deixe de ser vão. Que eu me ocupe com as coisas de Deus, pare de aborrecer o Espírito, o dê a chance de me consolar e de completar a boa obra que começou em mim.

Que Deus me ame. Que eu me deixe ser amado. Que eu retribua o amor dEle.

Que assim seja. 

O Temor do Senhor

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O Temor do Senhor


O temor do Senhor é o princípio da sabedoria.(PV 1.7)

O mais alto grau de reverência contemplativa e consideração diante de Deus, pode-se entender como o TEMOR DE DEUS, que leva a pessoa a tomar cada verdade aprendida como pilar de sua vida.

Agora, imagine um local de habitação, uma aldeia, digamos, chamada TEMOR DE DEUS, onde tudo o que se faz, faz jus ao nome do local. Neste local há uma nascente para um rio chamado SABEDORIA DIVINA. Todos que ali habitam ou pela remota aldeia passam, têm acesso direto e irrestrito a esta nascente, e dela se fartam.

Ao longo deste rio, porém, a água vai sendo contaminada pela influência da tal SABEDORIA HUMANA, que é uma interpretação (muitas vezes errônea) de como a SABEDORIA DIVINA deveria ser utilizada, e até chegar nos vilarejos e cidades de maior porte, já perdeu o sabor. É sal que se tornou insípido. Não serve para mais nada, não tem relevância.

A única maneira então, de poder fazer proveito e descobrir as maravilhas que a água deste rio trazem, é criar um assentamento direto na fonte, ao redor da nascente, nesta aldeia remota, chamada TEMOR DO SENHOR, onde tudo o que se faz, faz jus ao nome do local.

À medida que o tempo passa, e se vai investindo os limitados fôlegos e o limitado vigor que se possue em construir e constituir sua vida nesta aldeia, se adquire familiaridade com o TEMOR DO SENHOR. Esta familiaridade ensina discernimento. Discernimento só existe quando se tem bases sólidas de conhecimento de verdades atemporais, quando a fé é provada pelo fogo e permanece. Discernimento é, enfim, familiaridade com a verdade descoberta no TEMOR DO SENHOR, que quando confrontado com uma meia-verdade ou inteira mentira, sabe reconhecê-las.

E este discernimento é algo que se leva junto para onde quer que se vá, para as cidades de maior porte, que afinal, também necessitam de água decente. Por mais que nossa morada e nossa pátria, nosso porto seguro seja no TEMOR DO SENHOR, não fomos feitos para nos alimentarmos somente, mas sim para exercitar todo dom recebido, toda sorte de dádivas e conhecimento relevante que não se acham em nenhum outro lugar, senão no TEMOR DO SENHOR.

Eu diria que o conhecimento que adquirimos em qualquer lugar, é o entendimento de como a vida funciona, como matéria viva ou não(seres vivos ou não) se relaciona com outras matérias vivas, em termos sociológicos, científicos, etc. Agora, sabedoria é a sensibilidade e o entendimento mais profundo, de como usar este entendimento do funcionamento das coisas para o propósito certo, para que a interação entre os elementos que compõe o universo, que podemos de alguma forma influenciar, seja de acordo com o que deveria ser. E esta sabedoria tem a sua nascente no TEMOR DO SENHOR.

Ao contrário do que muitos pensam, sabedoria e entendimento estão ao livre alcance de qualquer um que sinceramente por eles se interessar(PV. 1:20-23; Tg 1:5-8). Digamos que a mina onde se pode minar este tipo de preciosidade não é propriedade privada e não há placa de "não se aproxime". Não há direito exclusivo de extração, nem imposto por extrair. A questão é que esta mina, onde podemos minar sabedoria, se encontra neste lugar remoto, chamado TEMOR DO SENHOR.

E a forma certa de minar as pedras preciosas também não é intuitiva. É algo que vem somente com a prática, com a perseverança de alguém determinado a se deixar ensinar. Há uma forma eficiente e segura de extrair da rocha aquilo que se busca e como disse, ela não é intuitiva. Ninguém nasce sabendo e fuçar curiosamente não ajuda. É questão de perguntar, pedir ajuda, praticar, deixar de lado os conceitos errados de como sempre achou que funcionasse, praticar de novo, desenvolver uma coordenação motora adaptada a este tipo de trabalho e ser avaliado quanto ao progresso de seu aprendizado.

Minar pedras preciosas de sabedoria, de entender como interagir corretamente com tudo o que existe, vem, enfim, da intimidade constante(= fiel) e exclusiva(= que exclue o resto) com o SENHOR, de se deixar ensinar por Ele e transformar seu jeito de pensar e de enxergar o mundo, com uma atitude humilde de reconhecimento da soberania de Deus sobre todas as coisas criadas.

Estátua mercê

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Estátua mercê


Estou para escrever uma música com este conteúdo há muitos anos. 
Então aqui está.
Desculpe-me, 
não foi minha intenção
Agradar você, 
em tamanha proporção

E o que eu tenho para dizer 
é de coração
Está à tua mercê 
nossa amizade

Não pense 
que foi proposital
Pois não penso ser 
assim tão fenomenal

Eu só queria ter 
um papo normal
Com você, 
diga-me: qual é o mal?

Desculpe-me
Está à tua mercê
Desculpe-me
Está à tua mercê


Boas intenções

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Boas intenções


Boas intenções não te levam a lugar nenhum. Sozinhas, são como a ignição de um automóvel sem o combustível necessário.

Quando se sentir sob pressão, com o ar comprimido em você, estará no estado certo para a combustão. O combustível para manter o motor já estará presente, e por mais que não pareça que vá durar muitos kilômetros, quem fará o rendimento dele crescer é você, ao perseverar em manter o motor rodando.

Somente acompanhadas de uma decisão consequente, neste estado sob pressão, onde se percebe que não há mais como continuar sem mudança, é que as boas intenções poderão causar a explosão construtiva que leva ao progresso.

E aí, meu amigo, pé na tábua...!

Growing up

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Growing up



Not interested in amazing
More interested in growth
Not so interested in entertaining
More interested in being whole

Now I'm dreaming of a future
And planing how to get there
And my wisdom is still amature
But it's enough to share

I'm not feeling like I used to
I'm growing apart from the past
And after all that I have been through
I'm holding on to what will last

Auto-cobrança

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Auto-cobrança



Por mais que eu queira, não há como cobrar de mim mesmo aquilo que eu não cheguei a aprender. Sim, eu deveria saber dessas coisas, assim como outros que tiveram o mesmo tanto de oportunidades e tempo à disposição, como eu tive, o fizeram. O fato é que eu me ocupei com outras coisas. Eu andei sonâmbulo por alguns anos. E agora estou acordado, mas eu fico com esta sensação de que eu deveria render do nada tudo o que eu nunca rendi em meu estudo, até agora. Começou com um interesse sincero, mas passou para esta cobrança que não reconhece pequenos sucessos; que só reconhece a distância entre a trilha dos que estão à minha frente e a minha. Eu me cobro o impossível, e não reconheço o tanto que já tenho rendido. Sem celebrar o meu rendimento, não há mais motivação para render.

Aos poucos eu consigo visualizar o que faz um engenheiro, o que é esperado dele e a importância de ter sólidas bases de conhecimento técnico-científico como ferramenta de trabalho. Afinal, se trata de um trabalho intelectual. Nossas noções de tecnologia, de limites, de eficácia são postas em questão o tempo todo em discussões técnico-filosóficas. Então porque não tentar entender o funcionamento das coisas? Há sistemas complexos, é verdade, mas devo lembrar que não existem processos complicados, simplesmente seqüências de processos simples.

Paciência é necessária, neste caso. Muito mais que paciência, interesse. E este interesse surge de uma curiosidade prática, constantemente alimentada e constantemente saciada, mas a longo prazo insaciável. Por que não imergir neste mundo de possibilidades que se escancara perante meus olhos? Como descobrir aquilo que mais me interessa, senão me informar sobre estas possibilidades?

Eu tenho me usado do mesmo sistema há anos. Das mesmas rotinas, mesmos hábitos que me aprisionam. Mas se eu continuo adepto deles, alguma coisa eles me proporcionam. Será que isso que eles me proporcionam realmente tem valor ou é uma pseudo-alegria, pseudo-sabedoria, pseudo-realização? Há anos eu não sentia na pele o que é ir para a frente. Aos poucos ia aprendendo uma coisa ou outra sobre produção musical, e meu senso criativo está bem aguçado, mas realmente sentir que a vida está indo para a frente, que estou vivendo uma vida adulta decente, madura, que estou aprendendo e investindo em minha carreira; sentir que aos poucos posso olhar para pessoas da minha idade e enxergar adultos responsáveis e estabelecidos. Isso há tempos não saboreava.

Senhor, o Senhor conhece o meu coração, aquilo que atribula, me tira o fôlego no meio da corrida da fé. Conheces a futilidade dos meus pensamentos, às vezes, e principalmente das minhas preocupações. Eu realmente sinto que se não correr atrás, não vou ser suprido de alegria. Mas corro sempre para o lugar errado. E é tão difícil para mim crer que terei prazer e me realizarei em meu trabalho bem feito, em minha carreira, sem parar para pensar no que deixei para trás. Me ajuda a discernir entre interesse e carreira. Me ajuda a colocar as prioridades novamente no lugar. Restaura a minha auto-estima, a minha curiosidade egoísta, que não se preocupa com nada, enquanto é satisfeita dentro dos teus braços, ao aprender direto de ti, sobre a vida neste mundo.

Tem misericórdia de mim, pela minha negligência, pela minha conivência com minha escravidão. Restaura o meu foco, me faz independente da internet, para ter uma vida social saudável. Me ajuda a enxergar a importância e o valor de poder sentar onde estou sentado neste momento e tomar o lugar que muitos gostariam de tomar. Me ajuda a não ficar comparando a minha vida, o meu processo de aprendizado e de desenvolvimento de capacidades individuais com a de outros. Me dá consciência do valor do investimento do meu tempo e esforço, pois eu fico tomado às vezes do pensamento de que “tudo é passageiro mesmo”.

Me ajuda a ser produtivo, sem querer medir minha produção, mas por simples prazer em Ti.

Bubbles & Smiles

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Bubbles & Smiles


These are more than bubbles
These are more than they seem
These are my new discoveries
These are my new-found dreams

And if one falls into my hand
Then my heart thrives, it fills with bliss
Then I feel wonderful, oh, I feel grand!
In this moment, there is nothing I miss

And once it touches me, it disappears
Leaving my joy wanting for another cheer
For being unreachable makes it appealing
And being so beautiful yields this feeling

There are no hours, there is no night
There is no place to be, no sense of fright
There is just the emancipating smile
That bursts out of the soul of a juvenile

Elogios

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Elogios


Tá tendo tanta enchente no Brasil ultimamente que eu decidi entrar na brincadeira e despejar uma enchurrada de palavras(embora cada uma seja escolhida à dedo) sobre um assunto que realmente me abalou, provocou, e falou comigo ano passado: ELOGIOS.

Elogios são de certa forma como notas de dinheiro. Quanto mais são produzidos e distribuidos, menos valor têm. É importante que sejamos generosos com os elogios, mas também é importante que sejamos criteriosos.

Quando fizer um elogio, não faça como os hipócritas. Não empreste elogios como eles, que o fazem com a atitude de "você pode ficar com ele um tempinho, mas depois eu quero de volta, porque não te pertence". Não espere recebê-lo de volta, nem algo em troca. Não empreste elogios. DÊ elogios. Seja discreto, mas direto, ponderado e sensível.

Seja um encorajador e não um bajulador. Quando conhecer alguém novo, não se apresse a elogiar. Pergunte com certa freqüência, mostre interesse genuíno. Este é o primeiro dos elogios. Mas não traga a artilharia à mesa. Será um desperdício, pode ser mal interpretado, e os teus mais valiosos elogios perderão o valor de mercado.

Reconheça sempre o valor real das coisas, mesmo que o objeto em questão seja uma capacidade que não se possue, algo com o qual sempre se sonhou e que nunca se obteve ou uma pessoa que te fez mal. Independente destas circunstâncias, estas coisas têm seu valor natural. Reconheca-o. Elogie velho, jovem, gordo, magro, fotogênico ou menos fotogênico, higiênico ou menos higiênico, arrogantes e depressivos.

É muito fácil darmos espaço demais para as muitas coisas ruins ou superexagerar as poucas coisas boas que nos acontecem. E daí saem os depressivos e arrogantes. A questão é lembrá-los de coisas que já não sabem e não enxergam mais. "Você pode ser estar tendo sucesso(ou fracasso, no caso dos depressivos) nisso daí, mas algo no qual você REALMENTE é bom é TAL COISA. Por que você não faz mais aquilo? É uma pena...".

Todo arrogante tem um pouco de depressivo e todo depressivo tem um pouco de arrogante em si. Pense nisso. Ambos precisam ter a atenção voltada para o que realmente interessa, e serem resgatados da futilidade de seus pensamentos.

Guarde porém os teus melhores e mais raros elogios para a ocasião certa. Como jóia que se tira do cofre para presentear à mulher amada, dizendo "este aqui pertenceu a minha avó", assim seja com teus mais exclusivos elogios. Seja inesperado no elogiar, mas cuide para achar o momento certo.

O mundo está em crise, pois gastamos elogios em coisas que não têm valor e não valorizamos coisa que têm. Seja um bom administrador dos teus elogios. Compute em teu orçamento mensal presentear alguns elogios bem dados, flecha certeira para o coração necessitado de encorajamento. Enalteça qualidades nas pessoas, evitando fazer comparação.

E quando receber elogios, não se use de falsa modéstia. Não argumente, não discuta. Com isto estará simplesmente dizendo que os elogios que as pessoas lhe ofereceram de presente são inoportunos, fora de hora, não têm cabimento, e o esforço sincero delas em agradar foi em vão. RECEBA com um coração agradecido. Leve em consideração a consideração que têm por você.

Saiba que às vezes os elogios que você recebe te ensinam muito mais sobre você mesmo do que aprenderia se tentasse de forma proposital. Então se deixe ensinar. Se deixe reconhecer o próprio valor.


Use as palavras de incentivo e admiração que receber para reparar os danos feitos por mentira proferidas por teu pessimismo ou por outras pessoas contra tua auto-imagem, em vez de querer usá-las para se enfeitar e aparentar melhor do que é, desfilando as menções honrosas e elogios que recebeu, sendo que seu interior continua a deteriorar. A integridade da auto-imagem está diretamente ligada à saúde emocional. 

Ninguém sofrendo de doença que necessite tratamento cirúrgico faz primeiro ou no lugar dele cirurgia plástica para melhor a aparência. Se há a possibilidade de um tratamento, deve-se usá-la para tratamento interno, reparatório, para reestabelecer a saúde, e não tratamento externo, para criar uma aparência que não é natural, verdadeira.

Por fim, mais uma vez direi: seja um encorajador e não um bajulador.

Samson

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Samson

This is an experiment I did this year. It is a collaboration with JIR3H-3. He produces mostly electronic and dance music, but he has this side project of his, where he produces HipHop beats(@jir3h-3-hip-hop). So the beats are made by him. I just wrote the rap text and sung it, along with the backing vocals. I used to write rap songs back in the early 2000s, till 2006. I haven't written a rap song ever since. The song is based on the verse of 1 Samuel 15.22, the story of Samson in the book of Judges and a few teachings of Jesus.

Lyrics:
I'm feeling like Samson
with his pierced eyes
I'm blind, 'cause I was illuded
by pure lies
I'm right before my enemies
whom I despise
And I just desperately need
to be purified

I took for granted the ability that you gave me
I guess it shows in the way I'm behaving
The state of mind I'm in is so degrading
And now I'm clearly weak, I'm even shaking
But God, this is in no way what I want for me
You know better than me what my heart needs
I want to be free, it's you I humbly seek
Even though you caught me flirting with my enemy

I heard what you said and I will not ignore it
I get what you mean and I don't think it's morbid
Help me to take up the cross and bear it like you bore it
Lord, won't you take my heart and please, just restore it

I must confess, though, that every time I cry
It feels for me like this is just another lie
'Cause God, how can it be that you would give your life
When you know I always come back to the same crime

I know you are a God full of love and peace
So I will try to show the love that burns in me
I will stop the sacrifices that you don't need
And just start to obey you, devotedly

Access

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Access



The word is access. It has to do with limits established by an authority. Letter to Philadelphia: Jesus holds the key of David. The door He opens, no one can shut. The door He shuts, no one can open.

We often do not take the time to wonder about the authority, under which the statements that inhabit our minds are made. One thought that permeated my mind recently is that I shouldn't trust and believe my own thoughts that much. My mind is not omniscient. God is. And so, our mind and heart do not have the knowledge or authority that God has, to dictate what we should believe in. Yet God doesn't dictate, as the other two do, so we easily fall under the influence of their opinion, rather than listening to the truth that God has to say on that matter.

Sometimes, when we argue with God, because we want something specific, we think we know what we're fighting for or even against. But we don't. God has incomparable precision in connecting people's stories and lives in a complex world like this one, to make things work according to his perfect plans, for our own good.

He is like a juggler that juggles the whole world, its inhabitants, and everything He has power over. Now, when we take a stand to fight for what we think we want, we, that can't even juggle our own life, ask to take his place to do the job only He can do.

Most of the times, He is orchestrating a majestic plan to give us hope and a future like we've never known before, and we keep nagging him to let us keep our mediocre lives the way they are. What blindness of us! What difficulty to see the bigger picture!

Some blessings are safe, protected behind a lock. It takes years, sometimes, to get some locks to open. But when you do get them open, then you get a huge blessing that locks itself to your life and you are blessed with it forever. Let us let patience do her job.

To be a Gentleman

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To be a Gentleman



I wrote this text inspired by and based on my father, on father's day.

"Meu caro companheiro,"

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"Meu caro companheiro,"



Este é o segundo e último dos contos do meu extinto blog de contos.

Humildade

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Humildade


Em março de 2009 eu comecei um outro blog para abrigar contos que eu tentasse escrever. Nunca foi muito para frente, mas eu decidi então postar os únicos dois contos que cheguei a escrever neste outro blog aqui. Este é o primeiro dos contos.

Declare

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Declare


This blog is celebrating this month its sixth year. It was founded in August 2006. Bearing that in mind, I decided to give it a new look and to share some lyrics I wrote based on Psalms 40.9-11.
Ebenezer.

Life Cards

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Life Cards



In a way, life is a like a game of cards, like Poker, for example. Sometimes we play Texas Holdem, and have to work through the whole hand with the same two cards we got at the beginning. Sometimes, however, we play 5 Card Draw, and we are able to chose up to 3 cards to trade in for new ones.

Poeta Aposentado

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Poeta Aposentado


Um dia volto a escrever, mas por enquanto, um adeus com a aliteração de um poema antigo:


Poeta Aposentado

Apresento-me para as pessoas
Como um poeta aposentado.
Posso ter composto poesias boas,
Porém preciso permanecer parado

E pensar um pouco para prevenir
Que o pessimismo possa persistir:
Porque passo por problemas?
É o preço pago por produzir poemas.

E o que publiquei parece pequeno
Comparado ao que povoou os pensamentos.
Participo deste processo e peno
Para não prender-me a este aposento.

Preservo o passado preferido.
Mas o preterido, pouco perdura.
Preservo palavras e verbos proferidos,
E o que posso, de paixão pura.

O que persigo é precisamente
Pesar o que passamos, pelo menos
Para poder me alegrar no presente,
Sem prolongar o que perdemos.

Restaurado

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Restaurado


Quantas vezes já não cantei esta música em minha vida, quebrantado e constrangido diante de Deus...

Through the day

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Through the day


A song I'm working on.

Desabafo sobre a vida

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Desabafo sobre a vida


Fui ao parque, me sentei a observar patos no lago e escrevi este desabafo sem propósito definido, para me lembrar de coisas importantes para este momento da minha vida.

O Resumo de Mim

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O Resumo de Mim



Uma poesia que eu fiz vários anos atrás, simplesmente para o campo de descrição sobre si mesmo de uma rede social. Sinceramente, uma das minhas preferidas até o dia de hoje.

Kissing the law goodbye

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Kissing the law goodbye



  A song based on Galatians 3:24

Strong Tower

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Strong Tower



Thoughts about the Strong Tower

Everybody wants to be sexy...

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Everybody wants to be sexy...


...no one wants to build up character.

The Letter

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The Letter


Translated and adapted from the original text "Uma Carta..."

Show a little interest

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Show a little interest


Jericho

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Jericho


I recently wrote this song along with the melody(in my head). So I can sing it accapella, but not play it yet. Still have to figure out the chords on the guitar for the song. But the song's called Jericho. It's about God winning over my heart once again, when I've gone astray and built a whole fortress against his Love. Sometimes we sin and we ask for forgiveness so quick that we don't even have time to think about what we're asking. Sometimes we need some time to think exactly what it means to ask for forgiveness, and to really say it wholeheartedly, with the sincere desire to never go astray again. So, here's the song:

O que meus olhos viram

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O que meus olhos viram



Meus olhos vêem de tudo um pouco.
Desde o exemplo dos que já venceram,
Até a desgraça dos soberbos.

Vêem a hipocrisia dos inseguros,
A ousadia dos verdadeiramente justos
E a transparência dos quebrantados.

Vêem o brilho em olhos apaixonados,
A falta dele nos olhos de corações partidos,
O brilho apaixonante em olhos íntegros.

Meus olhos verão o resultado de minha decisões,
Situações que nunca teria imaginado,
E também coisas que preferia não ter visto.

Meus olhos verão a colheita de meus investimentos,
Na vida profissional, emocional, relacional,
Cada milha a mais que andei ou deixei de andar.

Meus olhos se deslumbrarão com cenas incríveis,
Se conformarão com cenas esperadas e aceitáveis,
Se inconformarão com a propagação da injustiça.

Mas meus olhos viram muita coisa, já.
Viram meu pecado secreto, o de outras pessoas,
A miséria e a fartura, a dor e a alegria, a paz.

E meus olhos têm contemplado olhos de amigos,
Olhos saudosos, agora distantes ou mais perto,
Cheios de interesse genuíno em minha amizade.

Nunca esperei, mas encontrei olhos sinceros,
Marcando os meus próprios olhos com seu semblante,
Surpreendendo meu coração com as boas novas de amor.

Meus olhos viram e têm visto o amor de Deus
Nos olhos dos amigos mais afetivos e dos menos igualmente,
O carinho, a consideração de gente que quer me ver bem.

Queira Deus que meus olhos vejam agora meu egoísmo ir-se,
Dizendo-se ultrajado e dizendo-me ingrato, contanto que vá.
Que meus olhos possam ver frutos do Espírito florescendo no espelho.

Amor Paulistano

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Amor Paulistano


Amor paulistano

Hoje o sol não saiu e o dia tá frio
Mas ainda acredito no encontro
Marginal não tá boa e talvez seja à toa
Que perco meu tempo e me apronto

Mas quero muito que dê certo
Não quero deixar pra outro dia
Pois quero muito estar perto
Em tua companhia

Ref: Então vem e deixa pra lá
O que pode ser feito depois
Então vem, deixa-me te mostrar
Um lugar onde estaremos os dois,
a se conhecer.

Nunca estive ali, no lugar que escolhi,
Mas eu sei que estaremos seguros.
Bem no meio do mundo, pessoas ao fundo,
Mas olhos só para o teu muro.

Me mostra a porta secreta,
Não quero travar uma batalha
Pois minha fortaleza já está aberta,
E minha força me falha.

* Versão e cantada por Filipe Barcelos de Faria, letra  escrita por mim

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The faithful husband at the movies

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The faithful husband at the movies


Two girls meet at the movies. They are friends. As soon as they enter the door they make a bet:
- I bet I can get some man to pay for my ticket.
- What? And how do you suppose you could get a man to pay for your ticket?
- By using my charm. What? You don't believe me? I do it every week.
- Ok. If you can't get the first man to buy you a ticket, then you're buying ME a ticket tonight, because I'm not in the mood to spend ten bucks, unless it's for a good reason.
- Let's make it interesting. Not only I'll have to make the man buy a second ticket just for me, but he's also going to buy me a drink, thinking he's got a shot with me.
- You got yourself a deal.

A slightly aged but not bad-looking man approaches the line. He is alone. The girl gets in line behind him, also alone. She offers an open line:
- Here to see Moron - The Legacy, too? - He turns to see who's talking to him.
- You mean, the remake of that 80's film? Nah. I'm here for something more interesting. - and turns his back on her again.
- Like?
- Oh, Conception. - He does a little swing to throw the answer to his back and get back to paying attention to the slowly moving line. He takes a step forwards.
- Oh-kay. Is that like a film about a kid being born or something? - She throws a look to the ground to try to find something to help her make that question and lifts her head again, looking at his neck, to see if he'll turn again and respond.
- Haha, no. - He doesn't even turn - it's a long story. Here, read it for yourself. - He hands her a flyer with information she would need, if she really was interested in getting that question properly answered. Dead end for her.
- So, what do you do? - She places herself beside him to force him to look at her.
- I'm a husband - he says, convicted, with a smile on his face and eyes seeking for a reaction for his unusual answer.
- What kind of a husband? - she asks and grins, thinking he might just be playing hard to catch.
- The faithful kind - and he turns his eyes to the line, wondering how long he'll still have to bare her.
- Ooooh. That's a nice kind of husband. Hard to find. I think it's sexy.
- Well, good luck finding yourself one, then.
- Haha, that's mean! - they're stepping forwards on the line now, as if they were a couple, and the girl really thinks she's breaking some ground.
- Oh, shoot, I think I forgot my cash at home. Would you mind? - she twists the eyebrows and bits her lips, trying to get her so called charm to work on him, as he reaches on his wallet to pay for his own ticket.
- Are you saying you want me to buy you a ticket?
- Well, I didn't know I had forgotten my money today and I've waited all this time in line. Sorry...- she plays innocent.
- Do I look like charity now? Should I buy you something to eat, too, something to drink?
- No, it's just that, I really wanted to see this movie. If that's ok by you.
- Hm. Fine. Since you already haven't got much sense you might as well learn about good will at first hand. One ticket, please.
- Wait. Didn't you say you were going to buy me a ticket too?
- And I am. Here you go. Have fun. - he hands her the one ticket and walks away.
- Hey, wait. I thought you were also seeing that movie. - she talks to his leaving back.
- I was, - He turns around and walks a little bit backwards - but then this needy person asked for some spare change and I gave the money away.
- Hey, that's not fair - she makes a boohoo face, hoping he'll be forced to cheer her up.
- What did you expect?
- I don't know. You did mention drinks. - she tries one last time, with high heels, high eyebrows and high hopes.
- You're right. I did mention getting something to drink.
She looks at him as if she was the girl in the restaurant next door waiting to be proposed to.
- My place? - he says.
- I thought you'd never ask. - she smiles, satisfied.
He takes his cell phone out of his pocket and starts to dial.
- Who are you calling?
- Oh, I'm just calling my wife. She enjoys having people over for tea. Especially now, that she's sick at home, with nothing to do but say she's fine and she wants me to find something more useful to do other than watching out for her all the time. And especially when she knows she'd get the chance to talk some sense into that shallow mind of yours. - he grins.

And the girl goes home tons of questions heavier and ten bucks lighter.

PS: Faithfulness is not about being predictable. It's about being reliable and trustworthy. Be faithful.

Weil Du mich zuerst geliebt hast

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Weil Du mich zuerst geliebt hast

Herr, Du batest mich um mein ganzes Herz
Und ich gab dir einen Stein, nahm dich nicht ernst.
Durch die Kinder batest Du mich um Essen,
Und ich gab Dir eine Schlange, statt dessen.

Du gabst mir Deine Zeit, Deine Liebe im voraus
Und ich gab Dir eine Nagel in Deinen Faust.

Du schlugst eine ganz neue Lebensweise vor,
Mit einer neuen Allianz ersetztest die von Noah.

Ich aber, schlug Dich tot, lachte Dich blind aus.
Und dann plötzlich hat meine Blindheit gesaust:

Obwohl dein reiches Segen in den Regen münde,
Machte ich auf den Regenschirm meiner Sünde.

Von Dir bin ich deutlich gerufen und berufen worden,
Und Du sagtest: "Dich will ich heute, nicht morgen".

Mit dem Finger zeigtest: "Ich will dich besonders.
Ich habe einen Plan für dich und es geht nicht anders".

Doch ich habe die Königsspeise gewählt und sein Wein,
Vor meinem Ego habe ich mich gebeugt, versklavt tief hinein.

Und dann bist du auferstanden, lachtest den Tod aus,
Tratest näher an mir dran, bautest wieder auf, mein Haus.

Ruftest den Namen deines Schafs und ich erkannte deine Stimme
Erkannte, dass ich mich abgeweicht hatte in jedem Sinne.

Du schriest mit Freude, als du mich erlöstest von der Fluch:
"Es ist vollbracht", und das wurde zu meinem allerlieblings Spruch.

Du tatest den ersten Schritt, um unsere Beziehung zu heilen
Jetzt bin ich einen Ruf entfernt, statt den vorherigen Meilen.

Deine Liebe umgibt mich, als sie meinen Stolz bricht. 
Weil Du mich zuerst geliebt hast, Jesus, liebe ich jetzt Dich.

An artist was born

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An artist was born



I closed my eyes to see if I could get any smarter,
Or magically inspired, possessed by an ingenious,
Creative spirit, a state of mind beyond all matter.

For long, I thought it was magic that made me write,
Made me discern, interpret, decide and create new,
Inspiring, heart-warming sentences and pictures.

I thought rhymes would make me popular, admired,
That structure would bring me to the desired goal
Of touching someone's heart in a beautiful way.

I firmly relied on the thought that it all depended on me,
And on my ability to combine words and meanings,
To unlock some secret door within people's hearts.

In the end, not all of it, but a lot proved itself to be untrue.
I relied on a strength that was never in my possession.
I relied on the independence of a Creator, who creates.

My realization brought me to my knees and I bowed.
And as I bowed, I still had to fight the idea, that that bow
Was thanking an audience, for something good I had done.

But as I did, I discovered just before my feet a truth,
Which the Light of my Path was revealing to my eyes.
And all I did was not create, but just read out loud.

And as I came to realize those were not my words that I read,
I payed attention to the essence of it all, in order to honor its Creator.
Rhymes and structure came along, eventually, and an artist was born.

Der verlorene Sohn

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Der verlorene Sohn


Und der Mann steht früh auf, kurz bevor die Sonne aufgeht, damit er den Tag vom Anfang an voll genießen kann. Er macht die Augen auf, gähnt während seine Rücken sich von der Matraze verabschieden, sitzt am Rand des Bettes für eine halbe Minute und guckt auf den dunkleren Boden. Dann atmet er neue Luft ein, startet den Motor und auf geht's ins Badezimmer.

Ein bisschen Wasser ans Gesicht und er ist fast ganz wach. Es fehlt nur noch das Frühstück, wobei er sich schon Müde gibt, denn ein gesundes und kräftiges Frühstück gibt man genug Kraft für einen halben Tag Arbeit. Den Rest der Kraft kommt nachher, von weiterer Ernährung.

Der Mann besucht dann seine Tieren im Stall, füttert sie und besorgt dafür, dass alle gesund und kräftig werden. Ihm ist es besonders wichtig, dass der Lamm in vollkommene Gesundheit ist und dazu gut gepflegt wird.

Langsam wachen auch seine Diener auf und fangen schon ihre Dienste an. Jeden Tag dieselbe Routine.

Nachmittags, dann, nachdem er viel gearbeitet hat, setzt sich der Mann auf einem Stuhl im Balkon und guckt den Horizont und erwartet, dass es heute ein anderes Bild zeigt. Er sitzt einfach da für so lang, bis die Sonne wieder weiterfliegt zum anderen Ende der Welt. Der Mann überlegt sich kurz, was er zum Abendessen haben will. Keinen Lamm, keinen Wein. Einfach Brot und Wasser. Morgen isst er vielleicht etwas anders.

Sein ältester Sohn kommt vorbei, vom Stall kommend, und versteht nicht, was da so interessant im Horizont gibt, dass sein Vater jeden Tag wieder ihn stundenlang gucken will. Er kommt rein, zieht die Arbeitsstiefel aus, sieht das Kleid an, das sein Vater machen liess, als sein Bruder wegging, und geht hoch in sein Zimmer.

Der Mann steht auf, um sich auf den Weg hinein zu machen, guckt aber vorher ein letztes Mal zum Horizont. Die Sonne ist schon hinter ihm verborgen und man sieht nur einige Sonnenstrahlen und ein Paar Bäumeprofile, aber nichts mehr. Dann fängt ein kleines Baum, sich zu bewegen. Es bewegt sich ein bisschen und fällt schon runter. Dann steht es nochmal kurz auf, läuft ein bisschen und fällt auf den Boden. Dann erhebt das Baum ihr Arm, und der Mann erkennt, dass es um kein Baum geht. Er läuft die Treppen runter und fängt an zu rennen.

Seine Muskeln ignorieren die Tatsache, dass sie den ganzen Tag schon gebraucht wurden und geben ihn die Kraft eines Pferds, zu rennen. Er kann das Gesicht des Junges nicht sehen, aber er kennt seinen Sohn gut. Unterwegs singt er und schreit Jubbellieder. Er kommt endlich zu ihm, hilft ihm hoch, sieht ihn in die trockne Augen, die anscheinend schon viel geweint haben und umarmt ihn väterlich. Der Sohn entschuldigt sich, demütigt, und weißt, dass er seinem Vater nicht würdig ist. Der Vater hört sich alles an und ruft seine Knechte: Bringet das beste Kleid hervor und tut es ihm an, und gebet ihm einen Fingerreif an seine Hand und Schuhe an seine Füße,  und bringet ein der Lamm her und schlachtet's; lasset uns essen und fröhlich sein!

Der Bruder beklagt sich, aber der Vater weißt, dass der Sohn jetzt seine Liebe, sein Reichtum und seine Familie ehren wird mit seinem Leben. "Denn dieser mein Sohn war tot und ist wieder lebendig geworden; er war verloren und ist gefunden worden."

Lass uns weitere Versöhnungsgeschichte erleben und erzählen. Gott ist gut allezeit.

Escrita

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Escrita


O termo "escrita" é tão banal, quando se trata de um título para um texto escrito. E não que seja banal por freqüente uso, mas sim por simples redundância, uma vez  que ao escrever um texto, já se espera que se use de formas e métodos abordados em um texto com tal título. É como compôr uma canção entitulada "música". Mas eu achei que valia o texto. Valia o tempo, as ideias e as teclas gastos com ele.
Eu pessoalmente nunca gostei de escrever. Não tinha a paciência, e aliás, nem tinha o hábito de leitura. Se alguém não tem o hábito de comer, para quê cozinharia? Mas sempre gostei de meditar, opinar, entender as coisas, de forma que não fosse enganado. Um belo dia, senti que era hora de começar a pôr no papel as conclusões que eu sentia que tinham algum valor realmente, que não fossem meras equações a serem provadas, senão afirmações bem argumentadas e provadas, ao ponto de sobrar somente uma versão e ao mesmo tempo conclusão simplificada de tudo aquilo que havia sido abordado e esmiuçado. Montei um blog. Ao mesmo tempo, um grande amigo meu montou um blog. Na verdade, o dele veio primeiro, e eu só me inspirei no dele para criar o meu.
Senti que deveria pôr meus pensamentos no papel, não porque eu pensei que me ajudaria no colégio, porque nunca me ajudou. Continuei a receber as mesmas notas por redações que eu cria que estavam melhorando. Mas vai entender! Senti isso de Deus, e num apelo um tanto estranho desse meu bom amigo, mesmo que não tenha sido diretamente para mim, foi direcionado para o meu coração. Meu amigo atirou uma flecha do melhor jeito que pôde, tendo o Espírito Santo primeiro mirado para ele, para que a flecha acertasse o alvo certo e não ficasse simplesmente pregada numa árvore. E a flecha teve seu momento glorioso naquele dia, pois fez história. Pelo menos na vida do alvo atingido.
Ao longo dos anos, tive muitas impressões fortes de que deveria parar, mas nenhum bom motivo. Sempre as mesmas palhaçadas de "ah, ninguém me ama, ninguém me quer/e meu blog não é lido por nem uma alma sequer". Impressões tão mal-fundamentadas, que chegava a ser patético. E aí eu sabia que ou deveria ser obra do meu coração preguiçoso, incrédulo na promessa de ser bênção ou obra do inimigo de minha alma. Resumindo, cá estou, e cá está meu blog, até o dia de hoje, e pelos dias que o Senhor permitir. Mas neste tempo eu aprendi umas coisas sobre escrita:
Aprendi que nem toda escrita é relevante e intencionada a todo mundo. Tem escrita que é particular, que simplesmente ajuda a organizar os pensamentos, a mostrar quão óbvias e fáceis são algumas decisões, de repente, que são tema de dilema para a pessoa. Escrevi algo recentemente que me desembrulhou o estômago de todo o enjôo filosófico e emocional em que me encontrava. Pensei que fosse para outras pessoas, mas a escrita acabou sendo mais importante para mim mesmo. Há escritas que servem para treinar desenvoltura, para que outras escritas mais para frente sejam mais afiados e podem atingir melhor alvos importantes.
Quando trabalho em um texto, seja escrito ou falado, tenho em vista os destinatários e tento considerar as reações. Baseado na história e conhecimento de cada um, eu tento imaginar o quanto de reação e de qual tipo seria ainda um nível saudável para a pessoa ser chacoalhada, mas não partida no meio. E outras horas, para ser sincero, deixo rolar a rocha redonda e digo "se vira, Indiana Jones"! O que não deixa de ser uma atitude prédeterminada e determinada de alguém que quer se fazer ouvido.
Muita gente gosta de escrever frases curtas, procurar palavras abstratas, deixar o suspense no ar para que o leitor tire das linhas a interpretação que bem entender. Eu já não. Quando leio(e isso é raro), gosto que me digam logo, de forma objetiva(não necessariamente curta) do que se trata e eu vejo o que penso daquilo, digiro e dou meu parecer, se realmente necessário. Se não for necessário, só dou um sorrisinho e me vou.
Frases curtas e palavras procuradas em dicionário não ganham simpatia de ninguém por si só. A não ser que a pessoa já esteja prestes a ceder a simpatia ao escritor, por ele ser de boa aparência, boa pinta, bem cheiroso ou qualquer outra coisa. Nestes casos, ver umas três, quatro linhas de umas frases com poucas letras entre pontos finais e palavras que ninguém usa já ganham a simpatia. E a gramática, pontuação, ortografia? Magina. Elas que corrijam a si mesmas!
Pois é. Eu sou o contrário. Gosto de ser objetivo, ou seja, preciso. Gosto de frases grandes, palavras unusuais, mas que eu usaria no dia-a-dia, se a conversa fosse ao vivo. Gosto de meu textos decentemente estruturados e bem pontuados. "E a acentuação"? Pode vir à mente. As regras de nova ortografia eu deixo para os que vivem de escrever. Eu, que escrevo com a frequência de um "eu te amo" de coração, não tenho paciência de me adequar. Digamos que é estilo. Mas não o é. É preguiça mesmo.
Gosto também de ser direto. Acho importante. Transparência produz confiança. Se não há transparência, é muito fácil cair na superficialidade e consequente falta de conteúdo. Eu combato e trato de ideias, e todas minhas críticas e argumentações estão voltadas para ideias. Se há uma ideia que não procede, que é perversão do que deveria ser, eu aponto o dedo mesmo. Mas o importante é que este dedo não esteja apontado para pessoas, mas para suas atitudes. Atitudes são conseqüências das ideias e princípios(ou falta de) que uma pessoa carrega. Portanto, o alvo das críticas não são pessoas. Se fosse para criticar alguém, eu seria o primeiro na lista. As críticas devem ser somente de fato construtivas, relevantes, e contra atitudes. E como não se baseia em pessoas, é importante que se esteja pronto também para reconhecer diversas atitudes erradas e corrigi-las, mesmo que seja algo no qual eu peco também. A imparcialidade na questão de frutos é essencial. Digo frutos, pensando em frutos do Espírito ou da carne. Devo defender os do Espírito e combater os da carne, mesmo que eu seja o maior praticante daquele pecado. Pois o texto, a contra-cultura, o padrão elevado no qual se baseiam meus textos vêm da parte do Espírito Santo. Por isso mesmo é que pode acontecer da exortação ser voltada para mim, antes de qualquer outro. Pois não vem de mim mesmo. Eu, por mim, morria em meu pecado. Mas pelo Espírito Santo é que vem a restauração, a transformação pela renovação da mente.
E pensando em diversos pastores, teólogos e afins, eu penso que não tem melhor arma do que a transparência. A irrepreensabilidade vem do fato de ninguém poder apontar o dedo e falar "está em pecado", pegando a pessoa de surpresa. Quando a pessoa está aberta para lutar contra a sua carne, ir contra seus impulsos maliciosos, ambiciosos, egoístas, se realmente está comprometida a levar Deus a sério e abandonar o pecado, então confessar seu próprio pecado, à medida que pede ajuda para levantar, para alguém que esteja de pé, se torna uma forma de restauração, de rendição. A pessoa diz com isso: sei que não sou perfeito, pequei, e sem Cristo e o Espírito Santo, sou miserável. À medida que reparte essa carga com outros, um fardo enorme é retirado de suas costas e não há mais condenação para ela, pois está em Cristo Jesus. Ou seja, não há mais o que alguém apontar o dedo e falar "eu sei dos teus segredos sujos", pois tudo já foi resolvido, os pratos já estão limpos. E lavar essa roupa, não precisa ser em público, mas precisa ocorrer. Pois quem pensa que está de pé, cai, na maioria das vezes. E com a transparência, com essa rendição à verdade, doa o que doer, para ser curado, traz às pessoas que convivem e observam esse processo de restauração a segurança de que essa pessoa pode ser confiada, pois não tem o que esconder.
Seu orgulho e egoísmo já teve que ser abdicado para poder ser aberto e transparente quanto a seus erros. Daí surge também autoridade para falar. Dessa irrepreensabilidade, por ser transparente. Mas mesmo pensando no valor da transparência, não creio que tudo convenha ser dito, não. Há coisas que não são úteis para o ensino, simplesmente são irrelevantes.
Escrevo objetivo, no sentido de precisão. No sentido de lentes objetivas que vão direto ao centro do que importa, mesmo que demore um tempo para chegar lá. Não tenho pressa. O objetivo é deixar claro o pensamento, argumentar e apresentar alternativas para as formas correntes que os princípios humanos tomam. Minha intenção é não deixar espaço para segunda interpretação, mesmo que isso exiga mais palavras, parêntesis explicatórios ou simplesmente termos específicos acertem em cheio na mosca.
Escrever, para mim, não só ajuda a organizar a mente, tomar decisões, ver quão ridículas são certas atitudes, sejam minhas, sejam de outras pessoas. Escrevo, porque sei que há um Deus por trás; porque sei que já era seu plano antes de eu começar a odiar ler e escrever, durante e depois. Escrevo para ser lido, não só para mim mesmo. Se for para escrever para mim mesmo, vou procurar por coisas que façam sentido para mim, que não sejam apenas placebo, mas que realmente me levem a algum lugar; para que eu chegue em conclusões que me façam diferente do que era antes e me ajudem a crescer, em graça e conhecimento de Deus. E se eu gasto tanto tempo para chegar em conclusões que sejam realmente úteis, é porque realmente são coisas profundas(senão não teria paciência), as quais não posso deixar de compartilhar.
Muitas vezes eu deixo de escrever por muito tempo. E quando penso em voltar, me vem à cabeça a cobrança que todo ser humano se faz: já que ficou muito tempo sem publicar nada, tem que compensar o tempo perdido para com os leitores e trazer uma obra de mestre. Mas eu discordo.
Se não forem todas as obras decentes o suficiente, o leitor não tem porque ler algo que venha depois de um grande  hiato. Mas se forem, isso em si só já é motivo suficiente e ponto final. E se não for para escrever sendo guiado pelo Espírito Santo, então nem quero perder meu tempo. E se for, então haverão frutos, visíveis e invisíveis, em todos os corações possíveis. E como todo mundo sabe, há alguns frutos que têm mais suco, outros menos, mesmo dentro de uma mesma espécie. Há uns que são atraentes, mas praticamente vazios, e outros menos atraentes e bem suculentos e bem nutritivos. Cada fruto tem um sabor diferente, deve ser apreciado e vem à vida de uma forma diferente. E neste sentido, então, nenhuma comparação se faz necessária. O importante é apreciar o fruto, para que este cumpra seu objetivo de nutrir e trazer a bênção da vida que Deus criou. Então, quando penso em tamanho, em conteúdo, em forma, muitas vezes deixo de escrever. E depois de um tempo eu me toco que o que importa é o coração aberto e a sinceridade, para que o canal de comunicação entre Deus e o homem possa ser repleto de bênção para os que dele se beneficiam.
Escrever não é para qualquer um, mas também não é para poucos. O importante é aprender a escrever de forma que isso instrua, edifique e seja tesouro escondido para o leitor que venha a ter contato com o texto. Mas o mais importante é a transparência, seja na resolução, seja na confusão.
Fiquem na paz
The Lightning Knight

A Decadência Humana

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A Decadência Humana


De certa forma, pode-se dizer que estamos todos caindo. Alguns já alcançaram o fundamento e perderam suas vidas. Outros, acabaram de começar a cair. Mas nem sempre estivemos caindo.
Em certa época, no começo, tínhamos a capacidade de voar. Não com asas e não pelo universo. Mas tínhamos tudo à mão e de tudo podíamos provar e vivenciar em plenitude. Tínhamos razão para correr, nos alegrarmos, nos multiplicarmos e vivermos em comunhão com o Criador.
Agora, não mais. Há um certo tempo, perdemos a capacidade de voar, e todos ao mesmo tempo. Veio então a Queda. Desde então, a gravidade que não nos afetava, nos pressiona e o fundamento que mal conhecíamos se aproxima inevitavelmente. Estamos lançados à propria sorte, por nós mesmos. E agora, se encontramos o fundamento, realmente deixamos de existir.
Além de mortais, nos tornamos cegos. Enxergamos somente a nós mesmos e o pouco que nos rodeia. Mas o que se segue abaixo de nós ou mesmo os outros que à uma distância também caem, mal enxergamos. No entanto, ao longo de nossa história, algo como lentes passou por olhos de um ou outro. Foi como se o Criador desse a chance de um olhar mais a frente. Ou no caso, mais abaixo. Sendo todos míopes, uma lente especial e específica é a única forma de enxergar à distância. E exatamente isso que Ele deu a alguns, por alguns segundos: a capacidade de enxergar à distância. E os chamou profetas.
Estes puderam vislumbrar com esta visão que obtiveram, o que haveria de vir. Trombadas fatais entre humanos caindo, outros rodando para uma posição que os leva mais rapidamente ao fundamento, e principalmente o próprio fundamento, parada final de todos que caem. Não só isso, porém, foi-lhes revelado, senão também uma mão, que parecia colher os frutos que caem, mas que mesmo chocando-se com o fundamento não tornaram-se imprestáveis. Alguns, logo antes de chegar ao solo, até eram lançados de volta alguns metros ao alto, para que no caminho para cima compartilhassem sua experiência e no caminho para baixo, de novo, pudessem mais frutos ser colhidos com ele, que fossem protegidos da fatalidade no choque.
Os profetas, atemorizados pelo vislumbre fantástico, se puseram a voltar-se para outros humanos caindo, mesmo que isso os pusesse em posições que facilitassem a abreviação do choque com o fundamento, para compartilhar-lhes as boas notícias de que havia um jeito de não voltar ser consumido definitivamente pelo choque. E muitos, tomados pela desesperança, não quiseram nem dar ouvidos a essa uma esperança que surgia. Alguns atordoados, se punham sobre os profetas, para que o peso aumentasse e o profeta chegasse ao seu fim mais rapidamente. Logicamente, o que ocorria com estes era que eles também eram abreviados.
E a humanidade continuou decaindo, alguns recorreram à ciência para tentar criar asas, para que o choque final fosse adiado em alguns segundos, e sucederam. Por alguns segundos mal aproveitados. Alguns se juntaram em casais e juraram eterna fidelidade, enquanto não atingissem o solo. Expertos foram estes, pois pelo visto seguravam-se as mãos e criavam uma superfície de resistência maior, o que desacelerava um pouco a queda. Por cuidar um do outro, perduravam por alguns segundos a mais, também.
Mas eis que se apresentou um ser humano que foi posto à queda pelo próprio Criador, saído de Sua presença, inclusive. O Enviado do Criador. Trouxe novamente esperança, uma segunda mensagem do Criador, poderosa, visível em seus olhos. E como não podia deixar de ser, os outros humanos o pressionaram para trazê-lo mais rapidamente ao fundamento. E com isso sofreu. E alcançou o fundamento em plena velocidade.
Permaneceu três dias em meio à poeira que se levantou com sua queda. Achou-se dele que era morto. Mas no terceiro dia não precisou ser colhido pela mão do Criador, pois ele mesmo movia esta mão. Se levantou e voltou ao ar para anunciar as boas novas e provar a autenticidade das boas novas que havia trazido antes de seu choque. Aí, então, foi colhido de volta para a presença do Criador.
Mas o que foi dado aos profetas ver, de antemão e o que o Enviado do Criador provou continua a valer. A esperança de poder ser novamente imortal, livre e não mais limitado ao tempo que levará para atingir o fundamento. O sangue que o Enviado de Deus perdeu em seu choque é o que livra o ser humano da fatalidade quando se choca com o solo. E este, envolto nessa salvação, então, não deixa de existir, mas começa a viver uma nova vida, agora sem final, determinado a nunca mais sair da presença do Criador.
Glória ao Criador por isso.

Minha Fantasia

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Minha Fantasia


Fantasio com situações, com atitudes,
Com cenas surpreendentes, de cair o queixo.

What the fool tells himself

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What the fool tells himself


I do good all the time – so does the foolish and simpleton defend himself against his conscience to justify his fall – I almost never sin, so I can make this exception. I'll just hang my faithfulness on the wall for a while and let it dry and rest, as I myself take time to rest from being true. All things attached to this wall just as my own history are witnesses to my hard work and commitment building myself up. It is clear to see it isn't finished, but someday I will resume what I have started. Just after I take some time off.
I have been on guard for ages and never seen a single enemy. Unless, of course, those of my own house, which tend to try to take away from me my pride, my selfishness and all that I so often enjoy bragging about. So, it should be no problem letting my guard down, putting my armor aside, and just laying down and sleeping my honor away, even though I hear the danger is imminent and I should stay awake and watch, and fast and pray.
And these they call the enemy are so friendly to me. Why shouldn't I trust them? I get involved with one or two, now and then, what's the big deal? I can't seem to grasp what's all the fuss about. They are just like us: they also have dreams, aspirations, clear objectives and therefore also their ways of achieving each one of those. And besides, I enjoy having someone comb my hair, even though I know they may be trying to cut it off and restrain my strength. They seem harmless. So I don't mind all that at all. I am sure some people just wish me bad, but I think that deep inside no one would be willing to really take their plan into action.
I read once in a while the Word, but I'd rather meditate on my own ideas and interpretations of the Word, instead of the Word itself. For my interpretations are easier to be understood and also more flexible to my wishes. I don't like being preached at. My own ways of thinking I'll end up fine do me well enough, so I need nobody else's opinion on how I should treat myself or the others around me.

So, sure, the foolish do well in life, get good jobs, nice-looking cars, mansions, partners, families. But then again, the world's full of foolishness, and that's why they go along with it so nicely and do so well. One fool helps the other and they all remain foolish.
And sure, the righteous suffer, live less, get punished, tested, work hard and almost never get to be as rich as the foolish. Yet, what the fool doesn't pay attention to, which his conscience so often tries to warn him about is, that all the treasure, the gold and riches, the wealth, the prestige, the castle of opportunities and protection from the exposure of his corruption, all that is made of pure sand. And what else should it be made of? It's built so easily and cheaply. It could never be built out of rock, or even, ON ROCK. And so, the righteous works hard and gets nothing here, but his basic needs met. Why? Because all his wages, all his treasure is being stored somewhere else, where it doesn't rust, where it can't be stolen, where no storm gets to do damage. The righteous never prospers like the fool, because the righteous is just passing by, on his way to a higher place.
What the foolish don't realize is that their kingdom's condemned. Its days are counted and ending and nothing of that has any value at the end of the game. They serve a hollow purpose under the skies and they'll play an even smaller role above the skies. And everyday, every hour, every minute, they are just a car crash, a big storm, a fast bullet, a disease away from stumbling and falling like only huge humanistic towers know how.
The fool dwells in the false security of hypothesis and theories, and even superstition and neglects the unending evidences of God's everlasting love and grace. And out of a sudden the enemy appears in plain sight and the fool realizes he's always been facing his enemy in the eye and communing with him, as if he had been with a friend. Out of a sudden, death arrives, and doesn't wait, doesn't depend on bureaucracy or any processes to be over. It just reaps what one saw. And if it was faith, irrigated with good deeds; if it was a humble surrender before the Creator irrigated with a commitment to his everlasting ways; if it was a true, good seed, well kept and invested in, then it gives to life, an everlasting life. If it was a skeptic seed of unbrokenness and rebellion and a constant gratification of the flesh's desires and all that's immersed in shadows, poured out of the fountain of death, a big grave where corruption lies and multiplies, once it's not dead, for people won't let it die, then that all gives fruit to death, to eternal separation from all that is good, and holy, and pure, worthy of praise and true.
So the righteous, knowing that the Kingdom of his King is not where he is in the present time, keeps himself fed, with hope and also spiritually, so that when he gets the signal from his King, he might leave the land of slavery, leave everything behind and journey towards the promised land. He keeps his armor on, to stand up for righteousness, to stand against ungodliness and perversion, and he knows what to expect from the enemy. He keeps himself awake, and in order to keep focused, he fasts and prays all day, everyday, and meditates on the commands he got from his commander, goes over and over the strategies he got from his commissioner, the Lord of Lords, so that when it's time for action, the battle will be flawless and faithful to the expected outcome.
It's as simple as that. Seek the Lord, while he can be found. He shall come shortly to take his own.

The Lightning Knight

Uma nova canção

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Uma nova canção




Vamos ser bem claros nisso
Sem ventos de doutrina
E este é meu compromisso
Me ater ao que a Bíblia ensina


Te louvo porque
É digno de louvor
Desde que conheci Você
Em Teu favor quero depor

Levantar ao mãos ao ar
Não é natural pra mim
Fechar os olhos ao cantar
Parece-me não ter um fim

Mas diante de uma deidade
É o mínimo a se fazer
Pois esta proximidade
Traz reverência ao meu ser

E este é o caso aqui
Do único Deus vivo
Pois quando me achego a Ti
Só pela graça sobrevivo

Refrão

Então trago uma nova canção
Em Sua homenagem
Pois enquanto Deus estiver são
E suas mãos fizerem o que fazem

Haverá motivo pra compor
Surgirão novos hinários
Pois testemunhar em Teu favor
Se mostra mais que necessário

Refrão
  
 

(Enquanto Deus for quem é, fizer o que faz, enquanto for fiel e misericordioso, enquanto Ele viver, haverá sempre motivo para uma nova canção em Seu louvor, pois cada ato Seu é honrável, louvável, inspirador, único, muito além do que podemos entender.)